domingo, 27 de julho de 2008

Pobre outra vez...

Não sei por que meus números não foram sorteados na mega-sena... Tsc... fiz tantos planos... tantos sonhos... Foi tudo lá pra Minas e Rondônia... tsc...

Mas não vou desistir... quem sabe... um dia...

Fizemos um bolão lá na assessoria... Mas não posso contar as estratégias (e devaneios) caso ganhássemos... muito hilário...

Só rindo mesmo...


tsc...

sábado, 26 de julho de 2008

Vida de cachorro

Tadinha da Xuxa, a cadelinha que teve seus dias de fama. Ainda prefiro a história que criaram para ela, como heroína. E apesar da mentira, ela não deixa de ser heroína ao ser uma possibilidade de "solução" para a dona. Nem vou entrar aqui no mérito ou desmérito da dona. A história é triste de qualquer maneira.

Adoro cachorros, todo mundo sabe. Às vezes, Gigi (uma das três cadelas de minha vida) sobe na rede (prefiro navegar na rede) e parece querer ver o que teclo. Não sei como tem gente com coragem pra maltratar animal.Lembrei também do filme "Minha vida de cachorro", de Lasse Hallstrom (deve ter algum trema por aí), que comentamos outro dia, em uma reunião de amigos. Se puder, veja esse filme. Choro demais ao assistir, mas talvez você não seja tão melodramático como eu. É lindo, vale a pena.

Pequenas epifanias

Ontem, fui "apresentada" a um site fantástico. Tudo bem, fantástico pra mim que adoro isso tudo. É o site do Alarcão, um ilustrador que me emocionou ao ver seus trabalhos (a ilustração acima é dele). E não consigo explicar, e talvez nem devesse, o que sinto quando vejo alguma coisa que me move por dentro. Não é estranho, é um sentimento muito legal. E cá estou de novo às voltas com meus livros sobre ilustração e aquarela. Vou desenhar hoje. É muito bom...

E vou criar um diário gráfico, aceitando a sugestão do Alarcão.

O título deste post ("Pequenas epifanias") vem de uma crônica do Caio Fernando Abreu, que gosto muito: "miudinhas, quase pífias revelações de Deus feito jóias encravadas no dia-a-dia". É assim que ele descreve o significado de "pequenas epifanias".
É isso...

Se você não tem nenhum livro dele, conheça Caio Fernando Abreu em gotas.
http://www.caiofernandoabreu.blogspot.com/

Meu plano de saúde é do tipo SUS

Passei duas semanas com esse sentimento: acho que fui enganada. Meu plano de saúde, que pago todos os meses, sem falta e em dia, parece, em muito, com o Sistema Único de Saúde (SUS).
Podem dizer que estou exagerando e que pareço até aquele antigo personagem do saudoso Chico Anísio (digo saudoso porque hoje ele está "engavetado" na Globo) que chorava misérias sempre que encontrava um primo pobre. É como se eu estivesse reclamando por ter a chance de ter um plano de saúde.
Mas veja se é mera coincidência:

Tento marcar com um gastro, aflita como toda paciente. Ligo para clínica e recebo a seguinte informação:

"Só tem consulta para o próximo mês, senhora".

Penso: “Até lá já morri (exagero, mas nunca se sabe) ...

“Tudo bem, pode marcar aí.”
E haja espera.

Depois do sonhado e esperado um mês, recebo um telefonema:
"Senhora, infelizmente o "dotô" não vai poder lhe atender hoje. A senhora quer remarcar sua consulta para a outra semana?
(Talvez ela já estivesse até falando com uma assombração a essa altura, mas por graças de Deus, ainda estava vivinha da silva e pude responder).

Que jeito! Já esperei um mês mesmo. Mais uma semana...

É por ordem de chegada. Mas, se a senhora quiser ser a primeira atendida, chegue às 6h. Talvez a senhora consiga ser atendida às 9h.

TALVEZ??

É que o "dotô" faz primeiro uma visita a todos os pacientes dele. Não temos como saber a hora que ele chega...

Então tá, né... tudo bem... vou fazer isso, então...
(o médico, até então, valia o sacrifício)

Confesso que não cheguei às 6h. Cheguei por volta das 7h, mas fui a primeira! Acredite. Imagine a cena do filme Carruagens de fogo e aquela música tradicional, eu em câmera lenta chegando esbaforida e puxando a famigerada “senha”. Nem acredito. Consegui! A primeiríssima.

Sente lá e espere.
Esperei.

Por volta das 8h30 ( estava chegando a hora), um primeiro aviso:
Os pacientes do "dotô" fulano (não digo o nome pela responsabilidade do direito de resposta e porque não tenho como ouvir o outro lado, embora isto seja apenas um blog). Ele só vai poder chegar às 10h30 porque ele está em uma cirurgia etc. e tal bla bla bla... Quem quiser desmarcar ... bla bla bla...

Desmarcar? Depois de um mês e uma semana? Depois de conseguir ser a primeira?? Vou esperar... Era uma questão de honra.
E esperei... ouvi muitas histórias. De pessoas que esperaram até 6 meses para serem atendidas; histórias de quase-milagres e deu para suportar a espera. Uma coisa ninguém ali poderia discordar: todos eram, de fato, pacientes naquela sala.

Por volta das 10h30, mais uma voz ecoa na sala de espera:
Os pacientes do "dotô" fulano. É o seguinte: ele passou a madrugada em uma cirurgia muito delicada e não tem condições físicas de chegar aqui às 10h30. Deverá chegar por volta das 11h/11h30... bla bla bla bla... Se alguém quiser desmarcar ... bla bla bla...

E, assim, fui atendida por volta das 12h... Achei um desrespeito, mas pra quem podemos recorrer, reclamar? E não pense que foi só isso... Nos outros dias (teve uma bateria de exames) tive outros dias de longas esperas (é melhor levar palavras cruzadas). Gostei de um senhor indignado que revelou pra todo mundo na sala de espera:

“Isto é uma vergonha! Pra esperar desse jeito, aceitar essa falta de respeito, é melhor ir para o SUS! disse o senhor indignado.

É, senhor, realmente, já não sei mais o que é pior...

terça-feira, 22 de julho de 2008

In rainbows


Foi presente... presentão...

E a música fica na cabeça...
You are all I need
You are all I need
I'm in the middle of your picture
Lying in the reeds


domingo, 20 de julho de 2008

LIBERDADE!



Ontem, vi uma cena que me trouxe vários pensamentos em alguns segundos. Estava no carro, de carona (Marcos dirigia) e, por isso, deu para ver, na velocidade do veículo, uma senhora caminhando sozinha na rua com um saco nas costas, como se estivesse de mudança. Pensei: que solidão!

Ela tinha uma imagem de retirante, daquelas imagens que aparecem nos livros e quadros que retratam o sofrimento da seca nordestina. Talvez por isso tenha surgido em minha mente a imagem de solidão. Ela estava só, sem a tradicional família daqueles quadros.

Mas a imagem da senhora também lembrava os loucos (os do imaginário) que caminham pela ruas de Manaus. As roupas dela tinham aquela cor que só os que moram na rua conhecem: um cinza misturado ao preto que parece se refletir pela pele. É como se eles vivessem em monocromia (à exceção de Bispo do Rosário e o Profeta Gentileza, na foto acima).

Da primeira imagem da solidão, me veio outra, ainda mais rápida: a senhora tinha os cabelos longos, grisalhos e soltos. Ela parecia ter vaidade. E por que não ter? Ela estava bonita. Da imagem de solidão, fiquei pensando na de liberdade! Ela parecia ser livre, só não sei se feliz.

"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."

Romanceiro da Inconfidência - Cecília Meireles

sábado, 12 de julho de 2008

Coragem


Ouvi hoje uma frase que achei bem interessante, atribuída ao Glauber Rocha:


"Mais que talento, a arte precisa de coragem!".
Vou pensar nisso...

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Paris é uma festa...


Fui lá ver... mas fui a trabalho... o que é ainda melhor. Muitas histórias engraçadas, algumas irritantes até. Valeu pelo registro como da foto acima: um por do sol em Paris-tins, parafraseando um título do Hemingway (não sei se tá certo o nome) de que Paris é uma festa!

Agora colocar os fotógrafos em um fosso no bumbódromo é coisa de louco... deve ter sido angustiante... que idéia essa... heim...